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		<description>O ARCO Podcast nasce como um espaço profético, simples e direto, carregando a visão de ser um instrumento nas mãos de Deus para lançar pessoas na direção de seus destinos espirituais. Assim como um arco, onde Deus é o arqueiro, este podcast existe para reposicionar corações, alinhar perspectivas e preparar os ouvintes para avançarem como flechas no propósito do Reino com precisão e clareza. Se por algum motivo você se sente caído, torto, perdido ou sem direção, este é um lugar onde Deus vai endireitar o seu caminho, reacender sua convicção e lançar você como flecha no seu destino profético.</description>
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	<title>Ep.14 &#124; Renúncia</title>
	<link>https://seterj.com.br/podcast/ep-14-renuncia/</link>
	<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:58:54 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Gabriel L. N. Marques]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio, refletimos sobre a diferença entre renúncias guiadas por Deus e saídas motivadas pelo esgotamento emocional. Nem toda vontade de sair é direção do céu, assim como nem toda permanência é fidelidade. À luz das Escrituras, vimos que há momentos em que Deus trata o coração antes de tratar o caminho, e que decisões precipitadas podem nascer mais da dor, da pressão e do cansaço do que de um verdadeiro direcionamento espiritual. O convite central é ao discernimento: reconhecer quando estamos sendo conduzidos por Deus e quando estamos apenas tentando aliviar o peso da alma. Ao analisar exemplos bíblicos como Elias, Jó, Ló, Davi e Saul, entendemos que Deus age de formas diferentes em cada estação, restaurando, sustentando, livrando ou conduzindo processos de espera. A chave não está simplesmente em sair ou ficar, mas em manter o coração alinhado com Deus. O episódio conclui chamando o ouvinte a uma rendição profunda, lembrando que decisões seguras não nascem da pressa, mas de um coração tratado, sensível à voz de Deus e comprometido com a Sua vontade acima de qualquer circunstância.]]></description>
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	<title>Ep.13 &#124; Comparação</title>
	<link>https://seterj.com.br/podcast/ep-13-comparacao/</link>
	<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:09:46 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Nesta ministração, exploramos o perigo silencioso da comparação e como ela distorce a forma como enxergamos o agir de Deus. A partir da vida de Estêvão em Atos dos Apóstolos, refletimos sobre como um homem cheio do Espírito Santo, sabedoria e poder pode, aos olhos humanos, parecer ter tido um “fim trágico”, enquanto outros, como Pedro, experimentaram resultados imediatos e visíveis. A mensagem confronta a lógica do nosso tempo, baseada em números, alcance e validação, e nos conduz a uma verdade mais profunda: no Reino, fidelidade vale mais do que performance, e propósito é maior do que resultado aparente. Ao mergulhar nos detalhes espirituais da morte de Estêvão, incluindo o momento em que suas vestes são colocadas aos pés de Saulo, entendemos que Deus estava escrevendo uma história muito maior do que aquele episódio isolado. A partir disso, conectamos também o ensino de Jesus nas duas multiplicações dos pães, mostrando que até os “cestos” eram diferentes, mas ambos cumpriam perfeitamente o propósito divino. Essa mensagem é um convite à cura da comparação negativa, à confiança nos processos invisíveis de Deus e à convicção de que toda semente plantada no Reino jamais volta vazia.]]></description>
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	<title>Ep.13 &#124; Comparação</title>
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	<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:09:46 +0000</pubDate>
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	<title>Ep.12 &#124; Ego</title>
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	<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:24:07 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Em Mateus 20:20-28, vemos um retrato honesto do coração humano mesmo em quem caminha perto de Jesus. Enquanto Ele anunciava, pela terceira vez, sua morte e o caminho da cruz, seus discípulos ainda pensavam em posição, destaque e reconhecimento. O pedido da mãe de Tiago e João, alinhado ao desejo dos próprios discípulos, revela um ego ainda ativo, que tenta interpretar o Reino de Deus com a lógica do mundo. A indignação dos outros dez expõe que o problema não estava apenas em quem pediu, mas em uma cultura inteira marcada por comparação e ambição. Jesus então redefine completamente o conceito de grandeza, mostrando que no Reino não há espaço para domínio, mas para serviço, e que o verdadeiro lugar é ocupado por aqueles que se rendem. Essa realidade não está distante de nós. Ela ecoa nas advertências às igrejas em Apocalipse e se manifesta em muitos contextos atuais, onde há movimento, mas falta centralidade em Cristo, onde há dons, mas também disputa por espaço. O ego continua sendo o maior inimigo da unidade. À medida que nos aproximamos da Páscoa, o chamado de Jesus se torna ainda mais claro e urgente: voltar à cruz, ao lugar onde o ego morre e o amor governa. Foi nesse caminho que João foi transformado, deixando de buscar posição para se tornar o apóstolo do amor. E é nesse mesmo caminho que a igreja reencontra seu desenho original, uma comunidade que não vive para aparecer, mas para servir, amar e revelar Cristo.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em Mateus 20:20-28, vemos um retrato honesto do coração humano mesmo em quem caminha perto de Jesus. Enquanto Ele anunciava, pela terceira vez, sua morte e o caminho da cruz, seus discípulos ainda pensavam em posição, destaque e reconhecimento. O pedido ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Em Mateus 20:20-28, vemos um retrato honesto do coração humano mesmo em quem caminha perto de Jesus. Enquanto Ele anunciava, pela terceira vez, sua morte e o caminho da cruz, seus discípulos ainda pensavam em posição, destaque e reconhecimento. O pedido da mãe de Tiago e João, alinhado ao desejo dos próprios discípulos, revela um ego ainda ativo, que tenta interpretar o Reino de Deus com a lógica do mundo. A indignação dos outros dez expõe que o problema não estava apenas em quem pediu, mas em uma cultura inteira marcada por comparação e ambição. Jesus então redefine completamente o conceito de grandeza, mostrando que no Reino não há espaço para domínio, mas para serviço, e que o verdadeiro lugar é ocupado por aqueles que se rendem. Essa realidade não está distante de nós. Ela ecoa nas advertências às igrejas em Apocalipse e se manifesta em muitos contextos atuais, onde há movimento, mas falta centralidade em Cristo, onde há dons, mas também disputa por espaço. O ego continua sendo o maior inimigo da unidade. À medida que nos aproximamos da Páscoa, o chamado de Jesus se torna ainda mais claro e urgente: voltar à cruz, ao lugar onde o ego morre e o amor governa. Foi nesse caminho que João foi transformado, deixando de buscar posição para se tornar o apóstolo do amor. E é nesse mesmo caminho que a igreja reencontra seu desenho original, uma comunidade que não vive para aparecer, mas para servir, amar e revelar Cristo.]]></content:encoded>
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	<title>Ep.12 &#124; Ego</title>
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	<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:24:07 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Gabriel L. N. Marques]]></dc:creator>
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	<content:encoded><![CDATA[Em Mateus 20:20-28, vemos um retrato honesto do coração humano mesmo em quem caminha perto de Jesus. Enquanto Ele anunciava, pela terceira vez, sua morte e o caminho da cruz, seus discípulos ainda pensavam em posição, destaque e reconhecimento. O pedido da mãe de Tiago e João, alinhado ao desejo dos próprios discípulos, revela um ego ainda ativo, que tenta interpretar o Reino de Deus com a lógica do mundo. A indignação dos outros dez expõe que o problema não estava apenas em quem pediu, mas em uma cultura inteira marcada por comparação e ambição. Jesus então redefine completamente o conceito de grandeza, mostrando que no Reino não há espaço para domínio, mas para serviço, e que o verdadeiro lugar é ocupado por aqueles que se rendem. Essa realidade não está distante de nós. Ela ecoa nas advertências às igrejas em Apocalipse e se manifesta em muitos contextos atuais, onde há movimento, mas falta centralidade em Cristo, onde há dons, mas também disputa por espaço. O ego continua sendo o maior inimigo da unidade. À medida que nos aproximamos da Páscoa, o chamado de Jesus se torna ainda mais claro e urgente: voltar à cruz, ao lugar onde o ego morre e o amor governa. Foi nesse caminho que João foi transformado, deixando de buscar posição para se tornar o apóstolo do amor. E é nesse mesmo caminho que a igreja reencontra seu desenho original, uma comunidade que não vive para aparecer, mas para servir, amar e revelar Cristo.]]></content:encoded>
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